Despertar...
Hoje acordei com as saudades que tenho de ti espalhadas no lençól, as lágrimas da tua ausência a ensopar a almofada. A minha pele desenhava a frio o contorno do teu corpo encostado ao meu enquanto que os lençóis aqueciam o resto. O teu cheiro preenchia o teu lado da cama, e por entre uma névoa indistinta de desejo vi o teu sorriso desvanecer.
Não sei como explicar-me a mim próprio a tua distância pois que um lado de mim sonha ainda que estás perto. Acredita então que quando te disserem que me viram sorrir é porque nesse instante te imaginava ainda perto de mim e que apenas te havias ido por momentos.
Quando me olho no espelho vejo-me ainda com os teus nos meus lábios, e as tuas mãos espalhadas no meu corpo. Levanto-me ainda com a tua mão na minha, e o teu beijo a voar na minha direcção enquanto abandono o nosso canto. Adormeço sentindo-te ao meu lado, embora acorde com a agrura da certeza de que o não estás. Os dias...passo-os ansiando chegar a casa para te encontrar à minha espera...quando descubro que estás ausente desmorono-me e deixo-me cair em ruínas na cama. Quedo-me em pranto, confuso, perdido no turbilhão de memórias que me apunhalam o coração donde verto o sangue das saudades que se espalha nos lençóis onde acordo todos os dias.
Eis como estou...contigo longe vejo-me a afastar de mim próprio também...se me leres por favor responde, ao menos para eu me poder confortar sabendo que ainda me lembras (por muito que tal não passe de fantasia).
Não sei como explicar-me a mim próprio a tua distância pois que um lado de mim sonha ainda que estás perto. Acredita então que quando te disserem que me viram sorrir é porque nesse instante te imaginava ainda perto de mim e que apenas te havias ido por momentos.
Quando me olho no espelho vejo-me ainda com os teus nos meus lábios, e as tuas mãos espalhadas no meu corpo. Levanto-me ainda com a tua mão na minha, e o teu beijo a voar na minha direcção enquanto abandono o nosso canto. Adormeço sentindo-te ao meu lado, embora acorde com a agrura da certeza de que o não estás. Os dias...passo-os ansiando chegar a casa para te encontrar à minha espera...quando descubro que estás ausente desmorono-me e deixo-me cair em ruínas na cama. Quedo-me em pranto, confuso, perdido no turbilhão de memórias que me apunhalam o coração donde verto o sangue das saudades que se espalha nos lençóis onde acordo todos os dias.
Eis como estou...contigo longe vejo-me a afastar de mim próprio também...se me leres por favor responde, ao menos para eu me poder confortar sabendo que ainda me lembras (por muito que tal não passe de fantasia).
1 Comments:
ola e isto mesmo que sinto dor magoa tristeza enfim...beijo
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